Revista digital Oil & Gas Brasil Nº73

OFFSHORE

Origem da produção

Sobre o Boletim da Produção de Petróleo e Gás Além da publicação tradicional em .pdf, é possível consultar os dados do boletim de forma interativa utilizando a tecnologia de Business Intelligence (BI). A ferramenta per- mite que o usuário altere o mês de referên- cia para o qual deseja a informação, além de diferentes seleções de períodos para consulta e filtros específicos para campos, estados e bacias. Variações na produção são esperadas e podem ocorrer devido a fatores como para- das programadas de unidades de produção em função de manutenção, entrada em operação de poços, parada de poços para manutenção ou limpeza, início de comissio- namento de novas unidades de produção, dentre outros. Tais ações são típicas da pro- dução de petróleo e gás natural e buscam a operação estável e contínua, bem como o aumento da produção ao longo do tempo.

Oceânica e Petrobras iniciam contrato avaliado em R$ 500 milhões de reais

No mês, os campos marítimos produziram 97,9% do petróleo e 86,5% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras, sozi- nha ou em consórcio com outras empresas, foram responsáveis por 90,03% do total produzido. A produção teve origem em 6.048 poços, sendo 547 marítimos e 5.501 terrestres. Campos e instalações Em dezembro, o campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor, registrando 838,98 mil bbl/d de petróleo e 41,79 milhões de m³/d de gás natural.Já a instalação com maior produção de petróleo foi a FPSO Almirante Tamandaré, no campo de Búzios, com 238.960 bbl/d de petróleo. A instalação com a maior produção de gás natural foi FPSO Guanabara, no campo de Mero, com total de produção de 12,10 mi- lhões de m³/d.

Foto: Divulgação

Class, com capacidade para operar em lâmi- na d’água de até 3 mil m, além de sistemas de mergulho e ferramentas especializadas. A Petrobras é a principal cliente da Oceânica: são 40 contratos ativos, representando um backlog de R$ 8,2 bilhões, segundo os resul- tados mais recentes da empresa, referentes ao terceiro trimestre de 2025. A Oceânica é uma empresa brasileira que desenvolve soluções submarinas para o mer- cado de O&G há 47 anos. A companhia atua na prevenção, contingenciamento e enge- nharia buscando a mitigação dos riscos am- bientais e o aumento da vida útil dos ativos. Ela fornece serviços de inspeção, intervenção e monitoramento de estruturas submarinas e subaquáticas. Além disso, atua como pres- tadora de serviços para empresas de outros setores como telecomunicações e mineração.

Oceânica anunciou, o início de mais um contrato de afretamento com a Petrobras. A embarcação Ocea-

nicasub XV, do tipo SDSV (Shallow Diving Support Vessel, ou embarcação de apoio a mergulho raso) vai atuar na manutenção da produção de petróleo com operações de mergulho e ROV Work Class (que podem realizar atividades de inspeção, reparo e manutenção em águas profundas e ultrapro- fundas). O contrato foi avaliado em cerca de R$ 500 milhões, com duração aproximada de quatro anos. O acordo contempla operações ao lon- go do litoral brasileiro. Ao todo, a Oceânica possui uma frota de 17 embarcações – sendo sete RSVs (ROV Support Vessels), seis SDSVs, e dois AHTSs (Anchor Handling Tug Supply) – e 55 ROVs, sendo 42 de observação e 13 ROVs Work

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