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A atuação com parceiros nesse novo bloco marca a volta da Petrobras à Namíbia e será muito importante dentro da estratégia de busca de novas fronteiras pela companhia”, afirma Magda Chambriard, presidente da Petrobras. A aquisição marca o retorno da Petrobras à Namíbia e está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia, voltada à di- versificação de portfólio e à recomposição das reservas de petróleo e gás por meio da exploração de novas fronteiras e do fortale- cimento de parcerias estratégicas. “Temos bastante conhecimento geológico da região, em grande parte análoga às nos- sas bacias sedimentares. Olhamos com atenção a costa oeste Africana e as boas oportunidades na África. Foi assim em São Tomé e Príncipe, África do Sul e, ago- ra, Namíbia”, conclui a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos. A transação observou todos os trâmites de governança corporativa da companhia e está em conformidade com o Plano de Ne- gócios 2026-2030. A conclusão da transação está condicionada ao cumprimento de condições preceden- tes, incluindo aprovações governamentais e regulatórias aplicáveis, notadamente do Ministério da Indústria, Minas e Energia da Namíbia.
Foto: Divulgação
Petrobras adquire participação em bloco exploratório na República da Namíbia
(42,5%), Petrobras (42,5%), Eight (5%) e Nam- cor Exploration and Production (PTY) Ltd – empresa estatal detida pelo Governo da Namíbia (10%). O Bloco está localizado na Bacia de Lüderitz e cobre uma área de cerca de 11 mil km² na costa da Namíbia. “A aquisição de novos blocos é fundamental no planejamento de médio e longo prazo da Petrobras, visando à manutenção de reser- vas de óleo e gás. Temos avaliado com mui- to cuidado áreas que têm mostrado boas perspectivas, tanto no Brasil como em outras partes do do mundo.
Petrobras informa que adquiriu 42,5% de participação no Bloco 2613, localizado no offshore da Re-
As empresas cedentes são a Eight Offshore Investment Holdings (“Eight”) e a Maravilla Oil & Gas. Após a conclusão da transação, a Eight seguirá detendo 5% do bloco, enquan- to a Maravilla encerrará sua participação no ativo. Com isso, o consórcio do Bloco 2613 passa a ser composto por TotalEnergies
pública da Namíbia, na África. A operação foi realizada em parceria com a TotalEnergies, que também adquiriu 42,5% e atuará como operadora do bloco.
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REVISTA DIGITAL OIL&GAS BRASIL
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