Revista digital Oil & Gas Brasil Nº73

SUMÁRIO

EDITORIAL

6 OFFSHORE

O petróleo transforma economias e gera oportunidades

COM PROJETO BILIONÁRIO NO ES, PRIO RECEBE LICENÇA PARA OPERAR NO CAMPO DE WAHOO

Revista digital Oil & Gas Brasil e Guia Oil & Gas Brasil são publicações exclusivas da MJB Edito- res Associados. Diretora: Renata Soares Reportagem: Flâvia Vaz, Julia Vaz e Fabiano Reis Editora: Flávia Vaz Comercial: lrys Lima/ Leandro Jesus Diagramação: MJB Editores Associados Fotos: Banco de imagens da Petrobras, Ag. Petrobras, ANP e Redação. Circulação: Mensal envio para + 40 mil e-mails. As matérias jornalísticas e artigos assinados em Revista digital Oil & Gas Brasil somente poderão ser reproduzidos, pardal ou Integralmente, mediante autorizaç o da diretoria. Os artigos assinados não re- fletem necessariamente a opinião da Revista digital Oil & Gas Brasil. A revista é dirigida a empresários, executivos, engenheiros, geólogos, técnicos, pes- quisadores, fornecedores, prestadores de serviços e compradores do mercado petrolífero brasileiro. 05 ........................... Editorial 06 ........................ Offshore 08 ............................. Prêmio 16 ........ Parceria Estratégica 32 ...................... Automação 35 . . . . . . . Oferta Permanente 42 ....................... Inspiração 50 . . . . . . . Hub de Inovação 60 ........................... Contrato 68 ............ Matéria de capa 84 ................ Gás Natural 104 ........................ Artigo lII 116 ....................... Empresas

matéria de capa dessa edição, que abre uma série sobre royalties, mostra que es- ses recursos deixaram de ser apenas uma compensação financeira para se tornarem um vetor de reorganização territorial. Maricá, Saquarema e Niterói emergem como novos polos de riqueza pública, enquanto Macaé perde centralidade relativa e São Gonçalo permanece como símbolo das distorções de um modelo que compensa impacto territorial, mas não desigualda- de regional. O petróleo, mais do que nunca, define prioridades urbanas, cria hierarquias e expõe a fragilidade de cidades que confundiram receita extraordinária com base estrutural. Esse cenário reforça uma ver- dade incômoda: a dependência fiscal do petróleo é tão poderosa quanto arriscada. E, ao mesmo tem- po, revela a necessidade de planejamento de longo prazo — algo que poucos municípios conseguiram construir. Sendo a grande geradora desses recursos, a ativi- dade de exploração e produção vem dando prota- gonismo players do setor offshore, como a singa- puriana Seatrium, que tem contratos somando US$ 22 bilhões para seis unidades de FPSOs. A entrega da P78, com primeiro óleo em dezembro de 2025, marcou um divisor de águas: comprova a capa- cidade de execução de projetos EPCC completos de uma empresa que opera em escala global, mas com raízes profundas no país, distribuídas entre BrasFELS, Jurong Aracruz e Singmarine Brasil.

Na coluna inaugural de Jorge Mitidieri, a discus- são se amplia: petróleo não é apenas energia — é matéria-prima essencial para a vida moderna. A transição energética avança, mas não elimina a necessidade de novas fronteiras exploratórias, como a Margem Equatorial e a bacia de Pelotas, que surgem como oportunidades estratégicas que podem reposicionar o país no ciclo global de des- cobertas. Já o artigo sobre transformação digital fecha o qua- dro com outra dimensão dessa transição: a indús- tria brasileira já não pode operar sem IoT, manuten- ção prescritiva, integração de dados e soluções all in one. A competitividade depende da capacidade de conectar chão de fábrica, gestão e análise inteli- gente. Em 2026, não se trata mais de adotar tecno- logia — mas de integrá-la como cultura. A digitalização industrial conversa diretamente com o setor de óleo e gás, que opera ativos com- plexos, de alto risco e altíssimo custo. A eficiência operacional, antes diferencial, tornou-se condição de sobrevivência. O conjunto dessas quatro peças — royalties, Sea- trium, exploração e transformação digital — revela um setor que vive simultaneamente expansão e tensão. O Brasil tem oportunidades únicas, mas também desafios urgentes: diversificar economias locais, abrir novas fronteiras, modernizar a indústria e garantir que a riqueza do petróleo se traduza em desenvolvimento sustentável.

14 COLUNISTA ROBERTO SILVA

O ATLÂNTICO SUL COMO CORREDOR ENERGÉTICO E LOGÍSTICO DO SÉCULO XXI

28 ARTIGO I

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL É MANDATÓRIO

40 COLUNISTA JORGE LUIZ MITIDIERI PETRÓLEO É MAIS QUE ENERGIA

92 ENTREVISTA EXCLUSIVA

SEATRIUM REDEFINE PADRÃO DOS MEGA- PROJETOS DE FPSOS

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