Revista digital Oil & Gas Brasil Nº73

OFFSHORE

Com projeto bilionário no ES, Prio recebe licença para operar no campo de Wahoo Petroleira informou ao mercado que recebeu, licença de operação para operar o campo no Sul do Espírito Santo, que está em etapa final de comissionamento

tradicionalmente, atua com campos ma- duros na Bacia de Campos. Além do tie back, o projeto de Wahoo traz outras inovações. Uma delas é a tecnologia

"fishbone", que será usada pela primeira vez no Brasil para completação de poços, que aumenta a produtividade por meio da injeção de ácido na formação.

De acordo com informações do Ibama, a licença de operação autoriza a perfuração de até 11 poços possíveis, sendo quatro produtores, dois injetores e cinco contin- gentes, a partir da sonda Hunter Queen. A produção no campo de Wahoo será possível a partir de um tie-back, uma conexão submarina que vai levar o óleo retirado no campo no Sul do Espírito San- to para ser processado no navio-platafor- ma Frade, que fica também na Bacia de Campos, mas no Rio de Janeiro, a cerca de 35 quilômetros. A tecnologia é consi- derada inédita no país. O projeto da Prio para Wahoo prevê a produção de 40 mil barris de óleo por dia e já movimentou cerca de R$ 1 bi- lhão na cadeia de fornecedores locais. No geral, com a produção em Wahoo, a empresa espera alcançar a marca de 200 mil barris por dia em 2026, incluindo a produção em campos no Rio de Janeiro. O campo de Wahoo é o primeiro perfu- rado do zero pela petroleira carioca, que,

guardado para aumentar a produ- ção de petróleo e gás do Espírito Santo, o projeto bilionário da Prio,

maior empresa independente de petróleo e gás do Brasil, recebeu, a licença de ope- ração do Campo de Wahoo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). Dessa forma, a empresa concluiu a última etapa regulatória para início da produção do campo, que, segundo a Prio, está em fase final de comissionamento. A infor- mação sobre a liberação da última etapa antes do primeiro óleo foi publicada em comunicado ao mercado pela petroleira, com sede no Rio de Janeiro. Em comunicado divulgado em setembro do ano passado, quando recebeu a licen- ça de instalação — necessária para iniciar a construção submarina e a interligação ao FPSO Frade —, a empresa informou que a expectativa é que o primeiro óleo, ou seja, início de fato da produção, ocorra em abril de 2026.

Sonda Hunter Queen que está na operação em Wahoo Crédito: Divulgação/Prio

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