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Produção dos associados da ABPIP cresce 22,8% em 2025 e fecha o ano em 364 mil barris de óleo equivalente por dia Rio de Janeiro lidera expansão e dezembro registra “exit rate” acima da média anual, fortalecendo a base para 2026
Rio de Janeiro lidera, mas crescimento é nacional
produção dos associados da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás
No acumulado do ano, o Rio de Janeiro res- pondeu por cerca de 73% do crescimento total, adicionando aproximadamente 49,4 mil boe/d ao volume médio anual. Outros estados também contribuíram de forma relevante, com destaque para Maranhão, Espírito Santo, Bahia, Sergipe e Alagoas, enquanto o Amazonas permaneceu pratica- mente estável no período. Em dezembro, o ganho líquido de produção foi fortemente concentrado no Rio de Janei- ro, refletindo ramp-ups relevantes ao longo do segundo semestre. Ainda assim, o resulta- do anual evidencia uma base produtiva mais ampla e diversificada, característica central da atuação dos produtores independentes. Crescimento em terra reforça base estrutural da produção independente No recorte anual, o crescimento da produ- ção dos associados da ABPIP foi amplo e estrutural, com avanço tanto no mar quanto em terra. A produção onshore cresceu 9,9% em 2025, adicionando mais de 12 mil barris de óleo equivalente por dia à média nacio- nal e respondendo por 18% do aumento total da produção no ano. O resultado evidencia a relevância dos ativos terrestres como base estável e distribuída da produção independente, especialmente em campos maduros e em regiões produtoras tradicionais.
(ABPIP) encerrou 2025 com média de 364,3 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d), crescimento de 22,8% em relação a 2024. O desempenho reflete, sobretudo, a forte expansão no Rio de Janeiro, mas também avanços relevantes em outros estados pro- dutores, reforçando o papel da produção in- dependente na ampliação da oferta nacional de energia. Somente em dezembro de 2025, a produ- ção atingiu 384,9 mil boe/d, alta de 48,1% na comparação anual, estabelecendo um patamar de saída (“exit rate”) 5,7% superior à média do ano — um sinal positivo para o início de 2026, caso o nível de produção se mantenha. “O resultado de 2025 confirma a maturidade e a resiliência da produção independente no Brasil. Mesmo em um ambiente econômi- co mais desafiador, os associados da ABPIP ampliaram de forma consistente a oferta nacional de petróleo e gás, fortaleceram a base produtiva para 2026 e mantiveram uma contribuição relevante para a geração de empregos e renda nos estados produtores. É um desempenho que reforça a importân- cia de políticas públicas e de um ambiente regulatório estável, capazes de sustentar investimentos e preservar a competitividade do setor nos médio e longo prazos”, afirma Marcio Felix, presidente da ABPIP.
Foto: Divulgação
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REVISTA DIGITAL OIL&GAS BRASIL
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