Revista digital Oil & Gas Brasil Nº 77

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Petroleira reduz emissões em 36% e amplia contribuições à sociedade Relatório de Sustentabilidade consolida resultados da agenda de Transição Energética Justa.

Em 2025, foram reinjetados os 19,6 milhões de toneladas de CO2 nos reservatórios do pré-sal da Bacia de Santos, superando o volume de 14 milhões de tCO2 registrado em 2024 e ultrapassando, de forma acumu- lada, a marca de 80 milhões de toneladas de CO2 reinjetadas em reservatórios do pré-sal, conforme compromisso assumido publica- mente. Contribuições à sociedade: tributos, fornecedores e meio ambiente No último ano, a Petrobras foi um dos maio- res contribuintes do país com o recolhi- mento de R$ 277,6 bilhões em tributos e participações governamentais no Brasil. Esses recursos são direcionados a União, estados e municípios para investimentos na administração pública, prestação de servi- ços e investimentos em infraestrutura para desenvolvimento do país. No exterior, os tributos pagos pela Petrobras alcançaram a marca de US$ 448,65 milhões. A relevância econômica da Petrobras no mercado brasileiro se reflete ainda no valor de R$ 195 bilhões destinados a pagamento de fornecedores ao longo de 2025. A empresa prioriza a contratação de forne- cedores nacionais e locais para suprimento em suas operações e projetos sempre que possível, dadas as condições de mercado e do negócio.

Petrobras reduziu no último ano 36% nas emissões absolutas de ga- ses de efeito estufa em relação a

2015, totalizando 50 milhões de toneladas de CO₂ equivalente e 62% nas emissões diretas de metano. Esse resultado reflete os investimentos em diversas iniciativas de descarbonização, integradas pelo Programa Carbono Neu- tro. Esses são alguns dos destaques do Relatório de Sustentabilidade divulgado na terça-feira, 23/06. O documento traz ainda os avanços da empresa na estratégia de transição energética justa e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. “Essa redução nas emissões demonstra que é possível conciliar segurança energética e eficiência operacional, reforçando nos- sas ambições de Net Zero até 2050 e Near Zero Methane até 2030”, afirma a presidente Magda Chambriard. Os ganhos de eficiência, redução de perdas, otimização do portfólio, especialmente no E&P e no refino; e menor despacho termelétrico são os principais fa- tores que contribuíram para esse resultado mesmo num contexto de aumento da pro- dução que garante a segurança energética do Brasil. Entre as estratégias de descarbonização, um dos destaques são os projetos de captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS).

Foto: Divulgação

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