13452 - sexta-feira 1º de março de 2019.pdf

2

Dourados, sexta-feira 1º.3.2019 O PROGRESSO

Opinião

C

Atos de covardia A s imagens que circula- ramoBrasil nos últimos dias foram assustado- ras e causaram indig- nação da sociedade. comportamen- to por trás do

INFORME C

CÍCERO FARIA cicerolfaria@gmail.com

Vamos em breve dar adeus aos buracos?

Pública, se não houver umpre-

EDITORIAL

O NÚMERO 1.830 mulheres

opostaaos fundamentosdoEsta- do. Seu propósito alcançou até o Arcebispado da cidade do Rio de Janeiro.Colocoutodasaspessoas, cujosnomesdeclinou, namesma vala comum. Esses indicativos precisam ser analisados de uma forma come- didapelopresidentedoprocesso. São acusações sérias que não po- demserdesprezadas.De tudo isso que a nação inteira assistiu estar- recida fica fácil entender por que o nosso País está quebrado. Essa assertiva resulta incontroversa. Os fatos relatados à toda evi- dencia retratam a fotografia da motivos para isso: a polícia não quis fazer o registro, ela teve medo de represálias, vergonha de admitir ter passado por determinada situ- ação, descrença na instituição po- licial e dificuldade em provar à au- toridade que houve, sim, violência. O que acontece é que, com esses procedimentos apalavradamulher parece não valer muito. Se por um lado é de fundamental importância que as pessoas sejam estimuladas a denunciarem, por outro, é mais importante ainda que o outro lado esteja preparado para receber essa denúncia. Segundo especialistas do Fórum Brasileiro de Segurança públicos, ressalvadas as peque- nas exceções. Essequadrodever- dadeiro desprezo à coisa pública motivou o surgimento do estado paralelo. Nãoestamos inventandonada. Aconclusãoé lógica e inexorável. A nação brasileira inteira tem ci- ência dessa assertiva. Os interes- ses de poucos estão à frente dos interesses damassa da nossa po- pulação. Os mandatários não demons- tramnenhum interesse pelos va- lores da sua população. Desejam apenas se saciar com o dinheiro amargoproduzidopelosseusatos escudo que faz um homem se sen- tir seguro para golpear, assediar ou violentar uma mulher. Mas não se trata “apenas” da impunidade. Na verdade, oBrasil temumimportan- te conjunto de leis voltado para es- sa questão. Aprovamos a Lei Maria da Penha em2006, ampliamos a lei de estupro em 2009, implementa- mos a lei do Feminicídio em 2015 e a importunação sexual em 2018 (quando a agressão acontece em locais públicos). Mas aprovar leis não é suficiente para acabar com a violência. Oque está cada vezmais eviden- te é que a maior parte das mulhe- res, como mostra a pesquisa, sim- plesmente não denunciaoagres- sor. Há diversos desonestidade emtodososqua- drantes do terri- tório nacional motivados pelos maus agentes

paro das delegacias e dos policiais para receberem essas mulheres, pode-se cometer o erro de gerar um ciclo de violência sem fim, que começa quando o homem agride a mulher e se aprofunda quando o Estado negligencia sua proteção. Uma medida eficaz, e que poderia ter resultados imediatos, é criar um protocolocomumpara atendimen- toàs vítimas de violênciade gênero, de modo que qualquer autoridade policial saiba como tratar umamu- lher nessas condições. Apesar da eficácia e abrangência da lei, ficam sempre faltando as respostas públi- ra tanto, é necessário atuar nas es- colas, falar sobre gênero e violência conversar comos jovens. Ocenário atual além de não é aceitável não pode ser perpetuado. Os estudos tambémdeixamclaro que 2018 foi o ano em que mais se evidenciou a violência contra amu- lher, que cada vezmais temaconte- cido de forma silenciosa. Ela pode acontecer em casa, no trabalho, na escola, no consultório, na igreja, no culto. É sempre baseada em rela- ções de poder, em que o homem se sente o mais forte. A sensação de impunidade é o quemove essa cer- teza. No fundo, se tratada expressão pecaminosos. Com essas loucu- ras proporcionam espaço fértil para o surgimento de outro sócio maldito, o crime organizado. As sandices produzidas por es- se sócio passaram a saciar a fo- me, matar a sede e promover a segurança das famílias. Temsuas leis próprias para ditar as regras de comportamento social. Ins- tituíram o seu próprio tribunal. Esse inferno protagonizado pela população da cidade e do Esta- do do Rio de Janeiro, temnomes certos ea suaqualificação regular citados por Cabral. De outro vértice, esse desenho sociais. A fome e a miséria são os seus maiores tentáculos. Como seus apêndices temos ainda as conspirações, as traições, os as- sassinatos e outras tantas tragé- dias que a nossa inteligência não consegue compreender. Elassãoengendradasnasnego- ciatas fechadas dentro de quatro paredes, a céu aberto, nas man- sões luxuosas e nos barracos e aindaemoutros tantos locaisque podemoferecer segurançapara a formalização desses propósitos condenáveis. Nesses momentos escuros em que senegociamos contratos a la- cas Além de pre- parar os órgãos policiais, é preci- so atuar na com- preensão cultu- ral sobre o direito dasmulheres. Pa- mostrado às cla- ras temodinhei- ro no centro das atenções. Pro- move os gran- des desastres

)RLFRPDOHJULDTXHRVGRXUDGHQVHVğFDUDPVDEHQGRSHOD LPSUHQVDTXHIRUDPHQWUHJXHVQDTXDUWDIHLUDRVPDWHULDLV QHFHVVÀULRVSDUDDUHWRPDGDGDSURGXÍÂRGHPDVVDIULDQD XVLQDGHDVIDOWRGD6HFUHWDULD0XQLFLSDOGH6HUYLÍRV8UEDQRV SDUDYDUHWRPDGDGDRSHUDÍÂRWDSDEXUDFR&RQIRUPHR VHFUHWÀULRGD6HPVXU)DELDQR&RVWDDSULRULGDGHVHUÀ SDUDDVUXDVTXHFRPSøHPRTXDGULOÀWHURFHQWUDOHDV OLQKDVGH÷QLEXV6HUÂRTXDWURHTXLSHVTXHWUDEDOKDUÂR QDUHFXSHUDÍÂRGHSRQWRVFUâWLFRVHPWRGDVDVUHJLøHVGD FLGDGH2VHUYLÍRGHSHQGHUÀGRWHPSRPHOKRUDURXVHMDYLUD HVWLDJHPSRLVFRPFKXYDQÂRKÀWDSDEXUDFR VOZ DA EXPERIÊNCIA

Elas estampavam o rosto de uma empresária carioca que foi espan- cada dentro de sua própria casa por um jovem que conheceu nas redes sociais. Entretanto, a situa- ção que quase a levou à morte já está se transformando em rotina e tem espalhado o medo em todas as mulheres. Embora exista uma legislação capaz de punir esse tipo de agressão, a cada dia que passa o cenário parece ficar ainda pior. Em Dourados, por exemplo, não é diferente. No final do ano passado uma jovem estudante e seu filho de apenas ummês de idade foram brutalmente assassinados pelo na- morado que também era o pai do bebê. Preso, dias depois o rapaz foi encontrado enforcado na cela. Estudos recentes revelam que a cada hora, 1.830 mulheres brasi- leiras sofremviolência, entre agres- sões físicas e psicológicas. É uma estatística que se repete todos os anos, cada vez com mais intensi- dade, especialmenteparamulheres negras. Como mostra a pesquisa “Violência Contra asMulheres”, do FórumBrasileiro de Segurança Pú- blica, a tendência é piorar, uma vez que faltampolíticas públicas espe- cíficas voltadas para enfrentar esse tipo de violência. Além disso, não existe preparo das instituições que recebem a denúncia e nem ações que visemamudança cultural e de

brasileiras, a cada hora sofrem violência, entre agressões físicas e psicológicas, segundo pesquisa mais doentia da covardia. Entretan- to, 2018 também foi marcado pelo aumento das denúncias públicas de agressões, assédios e violências de gênero. Mulheres enfrentaram o medo, a vergonha, o preconcei- to, os obstáculos sociais e puseram seus rostos feridos nas redes sociais. Outras expuseram cicatrizes pro- fundas que, apagadas pelo tempo, se mantémmarcadas na alma. Entre janeiro e agosto de 2018, a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, o Ligue 180, administrado pelo Ministério dos Direitos Humanos, registrou quase 73 mil denúncias. Apesar do aumento e da visibilidade desses crimes, mulheres que denunciam passam por outra violência, que é o julgamento de que a culpa é das vítimas. A Justiça deve respeitar o direito à defesa dos que são acusa- dos de agressão. No entanto, é pre- ciso considerar fortemente que a faltade responsabilizaçãoaumenta as chances de que outrasmulheres sofram agressões. Enquanto isso, o País fica à mercê da onda cres- cente de violência e da impunidade reinante. butadiáriadohomemcomum re- sulta travadadurante a luz dodia, à frente de seus iguais. Luta para trazer apazparadentrodoseu lar. Segurança para os seus filhos. Osperigos queocotidiano lhes reserva são arrostados pela sua coragem e também com a pro- teção de Deus. OEstado não está ao seu lado. Quando está, o seu indicativoé semprenosentidode colocar empecilhos para os seus empreendimentos. Os empresá- rios que produzem bens e servi- ços sabemperfeitamente do que estamos falando. Os grandes impérios tiveramo seu apogeu e conheceram tam- bém o seu declínio. O nosso Pa- ís precisa urgentemente conhe- cer o declínio dessa desgraça. A conscientização popular precisa ser incentivada a produzir ações benfazejas. A Justiça não pode falhar no cumprimento da sua competên- cia constitucional. Com esses indicativos pode- mos iniciar a construção de uma Pátria amada e idolatrada por todos os seus filhos. Fora dessa realidade implacável não existirá o berço esplêndido, nemmesmo os nossos bosques terão mais vi- da e nem no seio da Pátria mais amores.

(UCDB) a indenizar em R$ 80 mil oex-governador AndréPuccinelli 0'% FLWDGRHPXPDTXHVWÂR GR'HVDğR8&'%GH6HJXQ- GRR&RUUHLRGR(VWDGR3XFFLQHOOL QÂRJRVWRXGHDSDUHFHUHPXPD GDVTXHVWøHVGDSURYDGHEROVDV GHHQVLQRTXHXWLOL]RXXPDUH- portagem da revista ‘Veja’ que denunciou o ex-governador por VXSRVWDFRHUÍÂRGHIXQFLRQÀULRV SĎEOLFRVSHGLQGRYRWRVSDUD(G- VRQ*LURWWRGXUDQWHDVHOHLÍøHV PXQLFLSDLVHP&DPSR*UDQGH naquele ano. SOCIALISTAS &RPDWUDVRDDVVHVVRULDGR336 emDourados informou que o Par- tido Popular Socialista reuniu-se QDPDQKÂGHVÀEDGRSDVVDGRQR SOHQDULQKRGD&ÁPDUD0XQLFLSDO SDUDGLVFXWLUDPXGDQÍDGHQRPH GRSDUWLGRUHQRYDÍÂRGRGLUHWöULR HQRYDVğOLDÍøHVYLVDQGRDVHOHL- ÍøHVGH2HQFRQWURFRQWRX FRPDSUHVHQÍDGRYHUHDGRU6LODV =DQDWDGR9LFHSUHIHLWR0DULV- YDOGR=HXOLGRVXSOHQWH-XVFHOLQR Cabraledosmembrosdodiretório municipal. MAIS DINHEIRO (PGHSRLPHQWRQD&RPLVVÂRGH $JULFXOWXUDH5HIRUPD$JUÀULDGR 6HQDGRDPLQLVWUDGD$JULFXOWX- UD7HUH]D&ULVWLQDLQIRUPRXTXH WHQWDUÀDXPHQWDUSDUD5ELOKÂR averbadestinadapelogovernoao seguro-rural. A verba destinada ao seguro nesta safra é de R$ 440 PLOKøHV$PLQLVWUDLQIRUPRXTXHD PHWDÒREWHUMXQWR¿ÀUHDHFRQ÷PL- FDPDLV5PLOKøHV&RPLVVR RVHJXURUXUDOTXHKRMHDWHQGHD PLOJUDQGHVSURGXWRUHVHPWRGR RSDâVSRGHUÀSDVVDUDDWHQGHU VHJXQGR7HUH]D&ULVWLQDFHUFDGH PLOSURGXWRUHV

O engenheiro civil Ademar Fernandes de Souza disse ao “Informe C” que “quando se corta um pavimento você cria ali um ponto fraco é como se fosse feito uma cirurgia. O ORFDOGRFRUWHğFDYXOQHUÀYHO nesta hora é que precisa ter técnica e conhecimento para DSöVHYLWDQGRUHFDOTXHVğV- surasedemaisirregularidades QRSDYLPHQWRDVIÀOWLFRń(FL- ta que “para evitar estes tipos GHSUREOHPDVVHUÀQHFHVVÀULR recortar o pavimento de for- PDDGHTXDGDFRPSDFWDUR VXEOHLWREDVHRXVXEEDVHGH DFRUGRFRPDVHVSHFLğFDÍøHV WÒFQLFDVUHSRUPDWHULDOVHFR HDWÒUHIRUÍDURVXEOHLWRFRP PDWHULDOEULWDGRUHIRUÍDQGR assim a estrutura. Do pavi- PHQWRWDLVFRPR VXEOHLWR VXEEDVHHEDVH HYLWDUDGH- YROXÍÂRGRPDWHULDOHVFDYDGR comalto teor deumidadepara dentrodavala.Nahoradaexe- FXÍÂRGRVVHUYLÍRVGHYHUÀVHU acompanhada de uma equipe FRPSOHWDDX[LOLDUHVGHVHUYL- ÍRVXPUHVSRQVÀYHOWÒFQLFR materiais e equipamentos adequados para procederem DVRSHUDÍøHV$FDSDDVIÀOWLFD ÒRFRPSOHPHQWRğQDOGDSLVWD de rolamento. Se agirem des- WDIRUPDWHQKRFHUWH]DTXH os problemas que vem sen- do cobrado anos e anos pela SRSXODÍÂRORFDOWUDUÂRERQV resultados.” INDENIZA 'HFLVÂR H[SHGLGD SHOD Ş Câmara Cível do Tribunal GH-XVWLÍDGH0DWR*URVVR do Sul condenou a Univer- sidade Católica Dom Bosco

Estudos deixam claro que 2018 foi o ano em que mais se evidenciou a violência contra a mulher

Vício?

$1721,2&$5/26 6,8),+,1'2

A s declarações pres- tadas pelo ex-gover- nador Sérgio Cabral à Justiça Federal sus- tentando que o seu apego ao poder e ao dinheiro é um vício, mostrou a face amar- ga da política nacional. Afirmou ter mudado a linha de defesa pa- ra não afrontar sua consciência. Mostrou com sua ação desprezo à nossa inteligência. As declara- ções foraminfelizes, os exemplos indignos. O juiz do processo com uma colocação clara e objetiva afian- çouqueanotícia trazida retratava a roubalheira comtodas as forças da expressão literal. Cabral con- firmou. O retrato desse conjunto de declarações mostra que o ex- -governadormarchouna contra- mão dos propósitos ditados pela moral; pelos bons costumes; pela ética; pela decência e, sobretudo, pelo zelo no trato com a coisa do pública. Marchou em derradeira aná- lise na direção diametralmente *Promotor de Justiça aposentado

Cabral mostrou com sua ação desprezo à nossa inteligência

BATE REBATE

Em três decisões sobre ummesmo caso, a 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Regiãomanteve por unanimidade as prisões do ex-secretário estadual de Obras Públicas e Transportes, Edson Girotto, e do seu ex-cunhado, empresário Flávio Henrique Garcia Scrocchio. No Carnaval, o atendimento dos Correios será assim: hoje, todas as unidades de atendimento funcionarão normalmente. Amanhã, as entregas serão feitas normalmente e haverá funcionamento somente das agências que abremnesse dia. Nos dias 3, 4 e 5 de março as agências permanecerão fechadas e sementrega. Na quarta-feira, funcionamento normal. O deputado estadual Marcio Fernandes (MDB), apresentou o projeto de lei que cria a Frente Parlamentar emDefesa do Agronegócio. O presidente da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, Nuno Rebelo de Souza, esteve emCampo Grande, para a reunião que foi o primeiro passo da instalação da câmara de comércio entre os dois países emMato Grosso do Sul.

GUKLQGR#KRWPDLOFRP

INFORME CURURU

O PROGRESSO: O MAIS ANTIGO DO ESTADO E DE MAIOR CIRCULAÇÃO EMTODO O INTERIOR EXPEDIENTE

Nesse Carnaval vou correr atrás do trio cerveja, vodka e tequila.

Este jornal expressa sua opinião pelo Editorial. As demais opiniões são de responsabilidade de seus autores. “O PROGRESSO” Registrado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) sob o nº 812285964

DIA-A-DIA/CIDADES cidades@progresso.com.br

POLÍCIA Marli Lange policia@progresso.com.br COLUNA SOCIAL ANÚNCIOS Simone Capilé comercial@progresso.com.br CLASSIFICADOS Gleison Costa classificado@progresso.com.br

Diretora-presidente ADILES DO AMARAL TORRES Diretora-superintendente BLANCHE TORRES Diretora Executiva JUNE ANGELA TORRES Editor-chefe VANDER VERÃO Fundador (1951-1969) WEIMAR TORRES Ex-diretor (1969-1985) VLADEMIRO DO AMARAL

(',725$-251$/2352*5(662/7'$ CGC 03.356.425/0001-26 Departamento Comercial, Administração, Redação e Parque Gráfico Av. Presidente Vargas, 447 CEP 79804-030 Dourados-MS. Telefones Redação (0xx) 67-3416-2627/2609 Depto. Comercial (0xx) 67-3416-2610/2601 Serviço de Atendimento ao Assinante (0xx) 67-3416-2666 - 3416-2670 Fax: (0xx) 67-3421-1911 6,7( www.progresso.com.br  (0$,/ progresso@progresso.com.br

ESPORTE Marcos Morandi esporte@progresso.com.br

CADERNO B/DMAIS Hakeito Almeida hakeito@progresso.com.br

'285$'26,17(5,25(&$032*5$1'( $66,1$785$6

ANUAL ...................................................................R$ 240,00 SEMESTRAL ............................................................R$ 150,00 TRIMESTRAL ..........................................................R$ 100,00 BIMESTRAL ............................................................R$ 70,00 MENSAL .................................................................R$ 45,00 NÚMEROS ATRASADOS DO ANO.............................................................. R$ 2,00 DO ANO ANTERIOR............................................... R$ 3,00 VENDA AVULSA DOURADOS, INTERIOR E CAMPO GRANDE ............ R$ 2,00

@oprogressodigital

@OPROGRESSODIGITAL

(67(-251$/ž),/,$'2³

Pensamento e ação por uma vida melhor

Made with FlippingBook - Online magazine maker