Revista digital Oil & Gas Brasil Nº 74

OFFSHORE

OceanPact e CBO anunciam combinação de negócios A união das duas organizações cria a estrutura integrada de embarcações e serviços mais completa do Brasil.

OceanPact Serviços Marítimos S.A. e CBO Holding S.A. anunciaram hoje, em Fato Relevante, a combinação

Além disso, abrem-se novas oportunida- des na área de Serviços, como operações submarinas, descomissionamento e projetos na área ambiental”, destaca Flavio Andrade, fundador e CEO da OceanPact. “Este é um bom momento para as duas companhias unirem forças, ampliarem suas capacidades de atuação, integrarem frotas e fortalecerem suas estruturas para apoiarem o plano de crescimento da produção de petróleo de nossos clientes. Esse movimen- to nos permite gerar ainda mais valor para clientes, colaboradores, acionistas e para toda a cadeia de negócios ao nosso redor”, afirma Marcos Tinti, CEO do Grupo CBO. A direção executiva da companhia combi- nada será liderada por Flavio Andrade, como CEO, Eduardo de Toledo, como CFO, Marcos Tinti, como vice-presidente de Navegação, e Haroldo Solberg, como vice-presidente e líder da integração. O novo Conselho de Administração será formado por sete membros, sendo três independentes, três indicados por Vinci Compass, Patria e Flavio Andrade, e um indicado pela BNDESPar. Luís Araujo, um dos conselheiros independentes, será o presidente do Conselho de Administração. A nova estrutura acionária terá as seguintes participações: Vinci Compass, 21,8%; Fundos de infraestrutura geridos pelo Patria, 21,8%; Flavio Andrade, 13,0%; BNDESPar, 10,9%; executivos da OceanPact, 3,8%; e mercado, 28,7%.

de seus negócios, a ser implementada por meio da incorporação da holding da CBO pela OceanPact. O fechamento da operação está sujeito à aprovação do Conselho Ad- ministrativo de Defesa Econômica, o CADE, além do cumprimento das demais condições precedentes usuais nesse tipo de operação, incluindo a aprovação em assembleias gerais das companhias e a anuência dos credores. Com a transação, a companhia combinada contará com uma frota de 73 embarcações, receita anual de mais de R$ 4 bilhões e backlog de R$ 14 bilhões. A combinação de negócios se apoia em quatro pilares estratégicos: fortalecimen- to da geração de caixa, com aumento do potencial de pagamento de dividendos; ampliação da capacidade de atuação, a partir de uma base maior de ativos; maior geração de valor, por meio da integração comercial e operacional e da captura de sinergias; e complementaridade de frota, com ganho de capacidades, redução da idade média e otimização da alocação de embarcações, além da diversificação de clientes. “Estamos unindo frotas, equipes e com- petências complementares, ganhando flexibilidade para atender contratos, melhorar a alocação de embarcações, capturar eficiências e ampliar nossa capacidade de competir em projetos maiores e mais exigentes tecnicamente.

Foto: Divulgação

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