Revista digital Oil & Gas Brasil Nº 74

SUMÁRIO

EDITORIAL

8 NEGÓCIO

O Brasil na encruzilhada energética global

LUCRO LÍQUIDO DA PETROBRAS ALCANÇA R$ 110 BILHÕES EM 2025

Revista digital Oil & Gas Brasil e Guia Oil & Gas Brasil são publicações exclusivas da MJB Edito- res Associados. Diretora: Renata Soares Reportagem: Flâvia Vaz, Julia Vaz e Fabiano Reis Editora: Flávia Vaz Comercial: lrys Lima/ Leandro Jesus Diagramação: MJB Editores Associados Fotos: Banco de imagens da Petrobras, Ag. Petrobras, ANP e Redação. Circulação: Mensal envio para + 40 mil e-mails. As matérias jornalísticas e artigos assinados em Revista digital Oil & Gas Brasil somente poderão ser reproduzidos, pardal ou Integralmente, mediante autorizaç o da diretoria. Os artigos assinados não re- fletem necessariamente a opinião da Revista digital Oil & Gas Brasil. A revista é dirigida a empresários, executivos, engenheiros, geólogos, técnicos, pes- quisadores, fornecedores, prestadores de serviços e compradores do mercado petrolífero brasileiro. 05 ........................... Editorial 06 ........................ Negócio 12 .......................... Offshore 24 ................. Certificação 46 ...................... Inovação 48 ................... Resultado 52 ................... Comunicado 68 ............ Matéria de capa 74 ...................... Inspiração 86 ...................... Capacitação 90 .................... Contratos 108 ....................... Empresas 110 ....................... Empresas

m um contexto marcado por choques geopolíticos e volatilida- de energética, o Brasil atravessa um

Se o município fluminense simboliza os efeitos locais dessa atividade, a entrevista exclusiva com Rodrigo Rocha, da MODEC, reflete o outro lado dessa cadeia: a infraestrutura que sustenta o avanço brasileiro na exploração e produção offshore de óleo e gás. Com 14 unidades em operação e duas em construção, a MODEC ocupa papel estratégico na engrenagem que mantém o pré-sal competitivo. Rocha destaca que “cerca de 25% da produção de petróleo brasileira passa pelas unidades da MODEC”, um dado que revela a dimensão da parceria entre a empresa e o país. Mais do que volume, a MODEC representa a fronteira tecnológica desse ciclo. Dos cascos novos aos sistemas de captura de CO₂, das soluções digitais ao pioneirismo em eficiência energética, a empresa mostra como inovação e segurança se tornaram pilares de uma indústria que precisa produzir mais — e emitir menos. Projetos como o FPSO Bacalhau, primeiro do mundo a receber a notação Abate da DNV, apontam para um futuro em que competitivi- dade e sustentabilidade caminham juntas. O Brasil, portanto, vive um momento decisivo. A combinação de pré-sal, biocombustíveis consolidados e capacidade industrial crescen- te oferece uma janela rara para transformar vantagem conjuntural em resiliência estrutural. A energia que move o país hoje vem do mar — mas o desafio é garantir que ela ilumine o futuro, e não apenas o presente.

40 COLUNISTA JORGE LUIZ MITIDIERI PETRÓLEO E A GEOPOLÍTICA 26 ENTREVISTA EXCLUSIVA MODEC REFORÇA PAPEL ESTRATÉGICO NA PRODUÇÃO NACIONAL

momento singular. A escalada de tensões no Oriente Médio reacendeu temores globais em relação ao abastecimento de petróleo, mas, diferente dos choques anteriores, o país Brasil tem uma posição bem diferente no cenário mundial. A produção nacional, hoje em torno dos 4 milhões de barris por dia, a robustez do pré-sal e um mercado de biocombustíveis consolida- do, reposicionam o Brasil como ator relevante em meio às turbulências internacionais, como veremos na matéria de capa dessa edição. Um movimento que redefine tanto a macroeconomia quanto a vida de municípios em função dos royalties gerados pelo petró- leo. É nesse contexto que histórias como a de Saquarema ganham força. A cidade, antes sinônimo de veraneio e surf, tornou-se mis um exemplo dos impactos da exploração offshore. O salto impressionante — PIB per capita de R$ 722 mil, receitas bilionárias e um orça- mento municipal que rivaliza com capitais — revela o poder transformador dos royalties. Mas também expõe seus dilemas: desigualdades persistentes, pressão sobre infraestrutura e a urgência de planejar um futuro menos depen- dente do petróleo.

54 VOYAGERTRAQ – INTELIGÊNCIA ESTRATÉGICA PARA OPERAÇÕES OFFSHORE, STS, TERMINAIS E REFINARIAS: PRECISÃO, EFICIÊNCIA E RELEVÂNCIA GLOBAL ARTIGO I

82 COLUNISTA ROBERTO SILVA

ATLÂNTICO SUL CONSOLIDA-SE COMO PRINCIPAL POLO GLOBAL DE FPSOS

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