Revista digital Oil & Gas Brasil Nº 74

RESULTADO

Constellation Oil Services registra EBITDA ajustado de US$ 233 milhões, 37% acima do guidance inicial, e avança em novo ciclo de crescimento

A Constellation encerrou o ano com US$ 228 milhões em caixa, acima dos US$ 183 milhões registrados ao final de 2024, e backlog de contratos de US$ 1.7 bilhão. No período, a dívida líquida recuou de US$ 460 milhões para US$ 418 milhões. No ano, a frota da empresa alcançou disponibilidade operacional (uptime) de 95%. Hoje, das 43 unidades de perfuração offshore em operação na América do Sul, 37 estão no Brasil. A Constellation possui e opera uma frota diversificada composta por sete sondas offshore capazes de atender a diferentes necessidades offshore na região: Alpha Star, Amaralina Star, Atlantic Star, Brava Star, Gold Star, Laguna Star e Lone Star, além de operar duas unidades de terceiros, a Tidal Action, da Hanwha Ocean, e a Admarine 511, da ADES Holding Company. A companhia também ocupa a primeira posição no Sondópolis, ranking da Petrobras, seu principal cliente, que reflete uptime, a eficiência operacional, desempenho em segurança, ausência de incidentes e aciden- tes e o nível geral de satisfação. Entre as iniciativas estratégicas para 2026, a Constellation prevê o uplisting para o mercado principal da Oslo Børs, sujeito às aprovações finais. A migração deverá ampliar o acesso a investidores institucionais, aumentar a liquidez das ações e fortalecer o posicionamento da companhia no merca- do internacional de capitais, em linha com elevados padrões de governança e transparência.

Constellation Oil Services, maior empresa de perfuração de poços de petróleo offshore no Brasil,

apresentou seus resultados financeiros referentes a 2025, um ano marcado por avanços consistentes em sua performance operacio- nal e financeira. A companhia registrou EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortiza- ção) ajustado de US$ 233 milhões em 2025, 37% acima do guidance inicial para o ano, com margem de 39% sobre a receita. A receita líquida reportada foi de US$ 597 milhões, crescimento de 6% em relação a 2024, em função da alta utilização e gestão eficiente da frota. As sondas Gold Star e Atlantic Star tiveram seus contratos estendi- dos até o final do ano e as unidades Alpha Star e Laguna Star passaram por transi- ções contratuais bem-sucedidas. A empresa iniciou ainda as operações do navio-sonda Tidal Action e da plataforma jackup Admari- ne 511, ampliando sua atuação na operação de ativos de terceiros. “Os resultados de 2025 demonstram a solidez da nossa operação, com elevada utilização da frota, novos contratos em bases mais atrativas e a conclusão de transições relevantes. Essa combinação, somada a uma frota robusta e diversificada, fortaleceu nossa geração de caixa e nos coloca em posição privilegiada para aproveitar as oportunidades de um novo ciclo de cresci- mento no offshore brasileiro”, afirma Rodrigo Ribeiro, CEO da Constellation.

Foto: Divulgação

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