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Baker Hughes fecha contrato de cinco anos com a Petrobras A Baker Hughes fechou um contrato plurianual com a Petrobras, para fornecer equipamentos críticos de turbomáquinas para as operações offshore e de refino.
contrato de prestação de servi- ços de 60 meses, para o qual foi assinado um acordo com a
de retificação para aprimorar o serviço e a confiabilidade, além de fortalecer a cadeia de suprimentos local e as oportu- nidades de emprego. Maria Claudia Borras, Diretora de Cres- cimento e Experiência da Baker Hughes e Vice-Presidente Executiva interina de Tecnologia Industrial e de Energia, comentou: “Este acordo estratégico reforça nosso relacionamento de longa data com a Petrobras e nosso compro- misso duradouro com o setor energético brasileiro. “Nossas soluções de serviço avançadas, fornecidas por meio de nosso centro de serviços local, podem ajudar a melhorar a confiabilidade e a eficiência opera- cional que a Petrobras precisa em suas operações offshore e de refino, ao mesmo tempo que fortalecem sua cadeia de suprimentos de energia.” A gigante americana afirma ter desem- penhado um papel fundamental no desenvolvimento dos recursos energé- ticos do Brasil por várias décadas, com foco no aprimoramento da confiabilidade operacional para ajudar a fortalecer a economia e a cadeia de suprimentos de energia do país. Este acordo com a Petrobras surge semanas depois de a Baker Hughes se ter juntado à italiana Tecnimont para explorar potenciais projetos modulares e escaláveis de gás natural liquefeito (GNL) em todo o mundo.
Petrobras em fevereiro de 2026 após um processo de licitação pública, permitirá à Baker Hughes cuidar de equipamentos críticos de turbomáquinas para as opera- ções offshore do Brasil, bem como para uma importante refinaria. O acordo abrange serviços essenciais de manutenção, reparos e consultoria de engenharia, reforçando o compromisso da empresa americana com serviços ao longo de todo o ciclo de vida, mantendo o desempenho e a confiabilidade de até 64 turbinas a gás aeroderivadas instala- das em diversos locais considerados críti- cos para a continuidade da produção da empresa brasileira. Esses ativos são considerados capazes de suportar uma produção de energia estável e escalável em aproximadamen- te 19 unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência (FPSO) no setor offshore do país e na refinaria da Replan em Paulínia, São Paulo. As FPSOs são equipadas com turbinas da empresa americana, incluindo os modelos LM2500 e LM6000. O trabalho previsto no acordo será executado por meio do Centro de Serviços da Baker Hughes em Petrópolis, Rio de Janeiro. A empresa planeja expan- dir a capacidade e a infraestrutura do centro, adicionando recursos avançados
Foto: Divulgação
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REVISTA DIGITAL OIL&GAS BRASIL
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