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Dois navios da Spliethoff chegam ao país para apoiar as operações da Saipem Dois navios da Spliethoff chegam ao país para apoiar as operações da Saipem
om a chegada dos navios m/v Brouwersgracht e m/v Bloemgra- cht, construídos em 2023, ao Rio de
pré-sal da Bacia de Campos, a cerca de 200 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, ancorada permanentemente em uma profundidade de aproximadamente 2.900 metros. A entrega da unidade está prevista para 2027. Os parceiros da Equinor no cam- po são a Repsol Sinopec Brasil (35%) e a Petrobras (30%). O ativo Raia é considerado um dos maiores projetos de gás natural do Brasil, abrangendo três descobertas distin- tas no pré-sal: Pão de Açúcar , Gávea e Seat, com reservas recuperáveis de gás natural e petróleo/condensado superiores a 1 bilhão de barris de óleo equivalente (boe). Estima-se que sejam necessários investi- mentos de aproximadamente US$ 9 bilhões para viabilizar o projeto, que deverá gerar até 50.000 empregos diretos e indiretos ao longo de todo o ciclo de vida do campo. O navio de lançamento de dutos da Saipem, Castorone , foi contratado para trabalhar no desenvolvimento de Raia. A capacidade de exportação do projeto de gás poderá repre- sentar 15% da demanda brasileira de gás no início de suas operações, previsto para 2028.
Janeiro, a Spliethoff afirma ter iniciado oficialmente um novo projeto offshore no Brasil para a Saipem. Ambas as embarcações já concluíram os trâmites de desembaraço aduaneiro no Rio e agora seguem para Guarujá, onde iniciarão os trabalhos no projeto Raia, que envolve o fornecimento de aproximadamente 200 quilômetros de gasoduto. A empresa holan- desa considerou esta “uma grande tarefa” para os seus navios do tipo B. A Equinor, na qualidade de operadora, apresentou as declarações de comerciali- dade e planos de desenvolvimento de dois campos de gás natural, Raia Manta e Raia Pintada, na concessão BM-C-33 em setem- bro de 2023 à Agência Nacional de Petró- leo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A MODEC é responsável pela construção de uma unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO) para o desenvolvimento de Raia, na camada
Foto: Divulgação
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REVISTA DIGITAL OIL&GAS BRASIL
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