Revista digital Oil & Gas Brasil nº 72

OFFSHORE

Shell obtém licença inédita como Empresa Brasileira de Navegação

Estéticas diversas para traduzir temas complexos Os filmes exploram diferentes metáforas visuais e universos estéticos para tornar compreensíveis assuntos frequentemen- te restritos ao vocabulário técnico do setor. Mundos miniaturizados, narrativas inspiradas em animação e composições visuais lúdicas foram utilizados para representar o sistema energético global, a presença do petróleo no cotidiano e a estratégia de longo prazo da compa- nhia. Da operação à comunicação: tecnologia como cultura O uso da inteligência artificial na comunicação dialoga diretamente com a forma como a PRIO já incorpora tecno- logia em sua operação. A IA está presen- te em áreas como geologia e geofísica, apoiando análises complexas, automati- zando tarefas repetitivas e ampliando a capacidade de interpretação de dados. Na comunicação, esse mesmo princípio se traduz na busca por eficiência, expe- rimentação responsável e construção de narrativas mais acessíveis. Ao integrar a IA de forma estratégi- ca, a PRIO amplia as possibilidades de contar sua história e reforça como tecnologia, cultura e storytelling po- dem caminhar juntas na constru- ção de marcas contemporâneas — inclusive em setores considerados pou- co óbvios para esse tipo de inovação.

m um movimento inédito no país, a Shell tornou-se a primeira empresa internacional de óleo e

gás a obter a licença para operar como Empresa Brasileira de Navegação (EBN) no Brasil, reforçando seu compromisso de longa data com o desenvolvimento do setor energético nacional. Com a autorização, a companhia iniciou a operação do navio tanque aliviador DP Ametista Brasil, embarcação regis- trada no país e operada com tripulação 100% brasileira. O navio será utilizado no transporte de óleo por cabotagem ao longo da costa brasileira, com foco em operações ligadas aos ativos do pré-sal na Bacia de Santos, ampliando a eficiên- cia logística e operacional das atividades da Shell no país. Após um período estruturado de trei- namento e capacitação, 48 profissionais marítimos brasileiros atuam atualmen- te na embarcação, contribuindo para a geração de empregos qualificados e o fortalecimento da mão de obra local. O navio foi originalmente construído na Coreia do Sul para a empresa Knutsen NYK Offshore Tankers (KNOT) e integrou a frota afretada da Shell por cerca de oito anos.

Foto: Divulgação

A sua incorporação à frota própria permitiu à companhia atender aos requisitos regulatórios necessários para a obtenção da licença de EBN. “A nova operação gera ganhos de eficiência e otimizações financeiras para o grupo, alinhados às boas práti- cas de gestão e governança, enquanto fomentamos a geração de emprego e renda para profissionais brasileiros. Além disso, uma embarcação regis- trada no Brasil e com tripulação local contribui para a redução de deslocamentos logísticos recorrentes, o que resulta em menor consumo de combustível e, consequentemente, na redução das emissões associadas às operações”, afirma Vinicius Mazzei, gerente Comercial da Shell Brasil.

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