Apêndice C: Orientações para a anonimização de pacientes
(Utilizado com a permissão do Psychoanalytic Quarterly )
A publicação de material clínico por parte de psicanalistas e psicoterapeutas é essencial para o desenvolvimento do conhecimento em psicanálise e no campo da saúde mental como um todo, além do crescimento e manutenção de padrões de qualidade elevados no cuidado com pacientes. A privacidade do paciente deve ser protegida para que pacientes possam falar e agir livremente e com total confiança. Considerações éticas e legais demandam a proteção do anonimato do paciente em relatórios de casos e outros documentos. Autores cujos artigos incluam relatos de trabalho clínico devem tomar todas as medidas necessárias para garantir que nenhum dos indivíduos mencionados possam ser identificados por quem quer que seja, além de minimizar a probabilidade de um paciente reconhecer a si mesmo. Para alcançar tais objetivos, esta publicação adotou orientações a serem seguidas por todos os autores; elas são solicitadas no ato de envio do material e ao longo do processo de revisão. Estas orientações estão de acordo com os padrões predominantes em nossas profissões. Um cuidado especial deve ser tomado em casos que contenham crianças e adolescentes. Não haverá exceções. Esta orientação não pretende desencorajar artigos que explorem temas interseccionais ou similares. Mesmo que o consentimento deixe de ser uma exigência obrigatória, o Psychoanalytic Quarterly incentiva que autores obtenham de seus pacientes o consentimento para a publicação do material clínico, mesmo anonimizado. Estamos abertos a discutir esta política com os autores se eles assim desejarem.
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