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Petrobras adquire participação em bloco exploratório na Bacia de Campos
PRIO coloca em operação mais um poço na Bacia de Campos A PRIO colocou em operação mais um poço em seu projeto de interligação submarina na bacia de Campos.
do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu à empresa a licença de operação. A licença foi concedida depois que a empresa brasileira obteve aprovação para a instalação do sistema de desenvolvimento da produção do campo e a interligação dos poços à FPSO Valente , anteriormente conhecida como Frade. A PRIO recebeu uma emenda do Ibama há alguns meses referente à licença de perfura- ção para o campo de Frade, autorizando a empresa a perfurar até 14 novos poços.
Foto: Divulgação
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PRIO iniciou a produção a partir do quarto poço produtor no campo de Wahoo , estabilizando sua produção
Petrobras celebrou contrato com a Equinor Brasil Energia Ltda. (Equinor) para aquisição de 50%
A operação reforça a importância e re- levância da atividade exploratória no Brasil e está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia, visando à recompo- sição das reservas de petróleo e gás por meio de exploração de novas fronteiras e atuação em parceria. A aquisição do bloco observou todos os trâmites internos de governança da com- panhia, estando em linha com o Plano de Negócios 2026-2030. O processo de cessão será submetido ao CADE e à ANP, sendo a conclusão da transação condi- cionada ao cumprimento de condições precedentes, incluindo as aprovações governamentais e regulatórias aplicáveis.
em 10.000 barris de petróleo por dia. Como resultado, a empresa concluiu o início da produção de todos os poços planejados para este projeto de desenvolvimento. A empresa pretende limitar a produção total do campo a 40.000 barris de petróleo por dia. A primeira produção de petróleo do quarto poço ocorre meses depois do início da produ- ção no terceiro poço produtor do campo de Wahoo. Anteriormente, a PRIO também colocou em operação o primeiro poço produtor, seguido pelo segundo, assim que o Instituto Brasileiro
de participação do bloco Itaimbezinho, no offshore da Bacia de Campos. A par- ceria maximiza sinergias na Bacia de Campos, região onde a Petrobras já desenvolve ativos vizinhos, também em parceria com a Equinor, como o projeto Raia e a licença exploratória de Jaspe. Atualmente, a Equinor possui 100% do bloco de Itaimbezinho e, com a conclu- são da transação, o consórcio passará a ser composto pela Equinor (operadora, 50%), Petrobras (50%) e Pré-Sal Petróleo S.A. – PPSA, como gestora do Contrato de Partilha.
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REVISTA DIGITAL OIL&GAS BRASIL
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