Revista digital Oil & Gas Brasil Nº 77

OFFSHORE

Hanwha Ocean gera novas fontes de receita para a Petrobras

Espera-se que esta FPSO contribua para aumentar a capacidade total de produção do campo de Búzios, considerado um dos maiores campos petrolíferos em águas profundas do mundo, para cerca de 1,33 milhão de barris por dia. A FPSO P-79 é a oitava das 12 unida- des planejadas para instalação no campo brasileiro, juntando-se às sete embarcações

já em operação, incluindo: P-74 , P-75 , P-76 , P-77 , Almirante Barroso , Almirante Tamandaré e P-78. O campo de Búzios é operado por um consórcio formado pela Petrobras (operadora), seus parceiros chineses, CNOOC e CNODC, e a PPSA, empresa responsável pela gestão dos contratos de partilha de produção (CPPs).

pós sua partida do estaleiro sul- -coreano da Hanwha Ocean em Geoje, em novembro de 2025,

a FPSO P-79 chegou à Bacia de Santos, no pré-sal, em fevereiro de 2026, sendo rebocada até sua localização no campo de Búzios da Petrobras . Lá, iniciou a produ- ção de petróleo em 1º de maio e concluiu seu primeiro descarregamento em 30 de maio de 2026. A conclusão do primeiro descarregamen- to de petróleo da FPSO é descrita pela Hanwha Ocean como um marco que demonstra o sucesso da empresa na construção de uma FPSO de alta quali- dade, para a qual a empresa realizou a engenharia, o fornecimento e a constru- ção (EPC) dos segmentos do casco e da superestrutura. A empresa asiática destaca que a concre- tização do descarregamento de petróleo também marca o início da geração de receita para a Petrobras. A plataforma P-79 foi projetada para produzir aproxi- madamente 180 mil barris de petróleo por dia e tem capacidade de compressão de gás de 7,2 milhões de metros cúbicos por dia.

Foto: Divulgação

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