OFFSHORE
Sobre a ExxonMobil Brasil
Presente no Brasil há mais de 40 anos, a empresa conta hoje com mais de 2.500 colaboradores diretos distribuídos em bases operacionais em Ubu (ES), Rio das Ostras, Açu e Niterói (RJ), além de um escritório na cidade do Rio de Janeiro. As operações no Brasil estão divididas em duas áreas princi- pais: Subsea e convencional: Engenharia, Aqui- sição, Construção e Instalação (EPCI), em profundidades variadas e contratos de PLSVs; Serviços durante a vida útil o campo: Ins- peção, reparo e manutenção, gerenciamen- to de integridade e serviços de suporte.
solução alternativa também ao sistema de tubos flexíveis, em configuração lazy wave — onde um dos principais desafios ope- racionais é a Corrosão sob Tensão (SCC). Mesmo possuindo um componente flexível, podendo ser este um tubo flexível ou com- pósito, o design da armadura externa opera absorvendo as cargas de tração, protegendo o componente flexível, eliminando um fator importante para a ocorrência do fenômeno SCC. “O GJR evidencia o valor da colaboração entre parceiros de excelência para o avanço de soluções tecnológicas voltadas aos desa- fios da produção em águas ultra profundas. Ao mesmo tempo em que contribui para operações cada vez mais seguras e eficien- tes, a iniciativa projeta o Brasil como refe- rência internacional no desenvolvimento de tecnologias offshore”, complementa José Salinero, Gerente Sr. de Pesquisa e Desenvol- vimento da Repsol Sinopec Brasil.
envolvidos na cadeia de suprimentos do projeto. Nesta nova fase, o protótipo em escala real passa por testes de laboratório que simulam os limites de carregamento e as condições reais de um ambiente offshore extremo. O desenvolvimento conta com a atuação direta de parceiros nacionais em suas etapas de validação e manufatura. O Laboratório de Tecnologia Oceânica (LabOceano – COPPE/UFRJ), no Rio de Janei- ro, e a Simeros Technologies, no Rio Grande do Sul, conduzem as atividades de expe- rimentação e testes, enquanto a Açoforja Indústria de Forjados S.A., em Minas Gerais, é a responsável pela fabricação das peças estruturais. Além destes, a Bureau Veritas acompanha o projeto desde a sua fase inicial garantindo a qualidade da tecnologia. O projeto conta, ainda, com a participação de outras em- presas responsáveis pelo fornecimento de elementos que compõem o equipamento.
A ExxonMobil foi a primeira empresa de óleo e gás a se estabelecer no Brasil, em 1912, e atualmente emprega cerca de 2 mil funcio- nários no país, nos escritórios de Exploração & Produção, no Rio de Janeiro; Químicos, em São Paulo; e em um Centro Global de Negócios, em Curitiba. A empresa tem participação em 13 blocos exploratórios e um campo em produção, Bacalhau, na Bacia de Santos. Uma das maiores empresas internacionais de capital aberto e detentora de um portfó- lio de recursos líder do setor, a ExxonMobil fornece energia e produtos essenciais à sociedade enquanto reduz emissões. As atividades da corporação são divididas em três principais linhas de negócios: Upstream, Product Solutions e Low Carbon Solutions.
Sobre a Repsol Sinopec Brasil
Presente no Brasil desde 1997, a Repsol Sinopec é uma joint venture formada pela Repsol (60%) e pela Sinopec (40%). A empresa atua na exploração e produção de petróleo e gás no Brasil, produzindo energia, bem essencial para o desenvolvimento e o bem-estar da sociedade, de maneira respon- sável e segura. Com forte presença em ativos de classe mundial, sobretudo no pré-sal, a companhia também investe em pesquisa, desenvol- vimento e inovação voltados à eficiência operacional, à descarbonização e à transição energética, contribuindo para o avanço de soluções tecnológicas que fortalecem a indústria de energia no país.
Sobre a Petrobras
Fundada em 1953, a Petrobras é referência global em energia. Nascida da campanha “O Petróleo é Nosso”, a companhia hoje opera uma sólida estrutura de ativo. Unindo desen- volvimento, inovação e novas tecnologias na exploração, produção (em águas ultrapro- fundas) e célere descarbonização, com forte presença internacional. A meta é liderar uma transição ecológica justa, ampliando bio- combustíveis e alcançando a neutralidade de emissões até 2050.
Segunda fase e maturidade tecnológica
Sobre a Subsea7
Para o avanço tecnológico rumo ao nível TRL6, conforme maturidade estabelecida pela ABNT (TRL-4, segundo as normas API 17N/17Q), o projeto já contabiliza mais de 15 mil horas de engenharia aplicadas, somente nesta fase, por uma equipe multidisciplinar de mais de 100 profissionais, consideran- do apenas a empresa executora, além dos
Líder global na entrega de projetos e serviços offshore para o setor de energia, a Subsea7 torna possível a transição energéti- ca offshore por meio da evolução contínua do petróleo e do gás com baixo teor de carbono, permitindo o crescimento de energias renováveis e emergentes.
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REVISTA DIGITAL OIL&GAS BRASIL
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