Revista digital Oil & Gas Brasil Nº 75

PORTOS

Em Suape, o crescimento se deve à maior movimentação de cargas, ao avanço nas atracações e ao desempenho expressi- vo em granéis líquidos e contêineres. Em Itaqui, a movimentação de granéis líquidos e sólidos também foi extremamente positiva, puxada por fertilizantes, milho e soja. Em Itaqui, a movimentação de granéis líquidos e sólidos também foi extremamente positiva, puxada por fertilizantes, milho e soja. O diretor-presidente do Porto de Suape, Armando Monteiro Bisneto, comemorou os resultados: “começamos 2026 com um crescimento robusto e consistente em todos os segmentos. O aumento de quase 40% na movimentação total demonstra a confiança do mercado, a eficiência das nossas operações e o acerto das estratégias voltadas à expansão e diversificação das atividades portuárias”, destacou. Já o diretor de Desenvolvimento e Ges- tão Portuária de Suape, José Constantino, afirma que os indicadores de janeiro refor- çam a solidez e a competitividade do porto. “Crescemos em volume, ampliamos a diversi- dade de cargas e mantivemos a liderança em segmentos estratégicos. Esse desempenho nos projeta para um 2026 ainda mais promis- sor”, afirmou. Os números positivos de Itaqui também são destaque no Relatório de Performance Operacional produzido pelo porto. O docu- mento ressalta que a movimentação de 2,1 toneladas representa um desempenho de 42% superior ao planejado para o período e 44% acima do volume apurado no mesmo mês de 2025.

“O início do ano de 2026 apresentou resultados significativamente positivos, consolidando o melhor janeiro da nossa história e superando o recorde estabelecido em 2023”, destaca o relatório. Entre as cargas mais movimentadas nos portos públicos estão petróleo e derivados, contêineres, fertilizantes e sal. Na navegação de longo curso (entre portos de diferentes países), a movimentação registrada foi de 3,7 milhões de toneladas, com alta de 13,8%, enquanto a cabotagem (entre portos do país) movimentou 1,6 milhão de tonelada, resultando em crescimento de 22%. Movimentação de cargas nos terminais autorizados O Terminal Portuário do Pecém (CE) também apresentou alta de 0,3% nas cargas trans- portadas em relação ao mesmo período do ano passado, registrando 1,5 milhão de toneladas. Já pelo Terminal Marítimo de Pon- ta da Madeira (MA), passaram 9,9 milhões de toneladas de cargas, e no Aquaviário de Madre Tereza, 1,5 milhão de tonelada, núme- ros ligeiramente inferiores na comparação com janeiro de 2025. No total, 21,5 milhões de toneladas de mercadorias passaram por portos e termi- nais nordestinos em janeiro. A maior parte corresponde a graneis sólidos, que movimen- taram 14,5 milhões de toneladas, enquanto a carga conteinerizada registrou 1,7 mi/t. Os três índices acima apresentaram leve queda em relação ao mesmo período anterior. Já os granéis líquidos apresentaram alta de 8% na movimentação portuária nordestina: petróleo e derivados, com e sem óleo bruto, somaram 4,1 milhões de toneladas em janeiro na região.

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