INDÚSTRIA NAVAL
Primeiro navio afretado pela Petrobras entregue no Programa Mar Aberto é batizado no Rio de Janeiro Construída em Santa Catarina, embarcação tem tripulação 100% feminina.
Starnav batizou no último dia 17/09, a Starnav Elektra, a primeira de uma série de dez embarca-
disse a diretora de Infraestrutura, Transi- ção Energética e Mudança Climática, Lu- ciana Costa. Motorização híbrida – As novas embar- cações da Starnav contarão com motori- zação híbrida (diesel-elétrica) com banco de baterias, permitindo uma redução de cer- ca de 18% nas emissões de gases de efeito estufa em comparação com a frota atual.
ções de apoio offshore construídas com recursos financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O batismo foi realizado no Píer Mauá, no Rio de Janeiro. O BNDES foi representado pela sua diretora de Infraes- trutura, Transição Energética e Mudança Climática, Luciana Costa. As operações dessas embarcações envolvem contratos de longo prazo com a Petrobras. Em 2024, o BNDES firmou com a Starnav um contrato de financiamento de R$ 500 milhões para a construção de duas em- barcações do tipo platform supply vessel (PSV) no estaleiro Detroit, integrante do mesmo grupo econômico do armador. A Elektra é a primeira dessas embarcações a ser concluída. Em 2025, o BNDES aprovou um novo financiamento para a Starnav, no valor de R$ 2,5 bilhões, destinado à construção de outras oito embarcações: quatro do tipo PSV e quatro do tipo oil spill recovery vessel (OSRV). O estaleiro Detroit também será responsável por essa etapa. “O financiamento de longo prazo permite viabilizar investimentos na construção de embarcações e em projetos que incorpo- ram novas tecnologias e soluções volta- das à eficiência operacional e ambiental”,
Os PSVs são utilizados para transportar suprimentos entre plataformas de perfu- ração ou produção em alto-mar e bases em terra. Essas embarcações possuem tanques para diferentes tipos de carga, incluindo granéis líquidos e sólidos, como água, óleo diesel, combustíveis, cimento, lama e produtos químicos. Também con- tam com convés para cargas soltas e con- teinerizadas, como equipamentos, peças, tubulações e alimentos. Foto: Divulgação
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REVISTA DIGITAL OIL&GAS BRASIL
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