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raras. Países como Chile, Argentina, Brasil e Peru ocupam uma posição estratégica no fornecimento desses recursos, que serão fundamentais para a eletrificação da eco- nomia global e para o desenvolvimento de novas tecnologias energéticas. Esse crescimento deve impulsionar também o setor de energia limpa e a moderniza- ção da infraestrutura energética da região. Observamos um avanço consistente na hibridização de ativos de geração por meio da integração de fontes renováveis com sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS), aumentando a confiabilida- de, a flexibilidade e a eficiência dos sistemas elétricos. Nesse cenário, vemos grandes oportu- nidades para apoiar nossos clientes com soluções de engenharia, inspeção, certifi- cação, consultoria técnica e digitalização, conectando setores tradicionais como óleo e gás e mineração às novas demandas da transição energética. Acreditamos que a América Latina possui todos os elementos para se consolidar como um dos protagonistas globais da economia de baixo carbono nas próximas décadas.
forma segura, tecnicamente robusta e alinhada às exigências regulatórias e de mercado. Olhando para os próximos anos, em quais áreas do mercado brasileiro o RINA enxer- ga maior potencial de crescimento? Marcell Chiarelli – Embora o Brasil con- tinue sendo um mercado extremamente relevante para o RINA, nossa visão é regio- nal e enxergamos um potencial significativo de crescimento em toda a América Latina. A região reúne alguns dos principais recursos energéticos e minerais do mundo, criando oportunidades importantes tanto nos se- tores tradicionais quanto nas novas cadeias ligadas à transição energética. No Brasil esperamos a continuidade dos investimentos em exploração e produção offshore. Ao mesmo tempo, observamos uma crescente demanda por serviços de engenharia, certificação, gestão de ativos, integridade operacional e descarbonização das operações. Outro segmento com enorme potencial é a mineração, particularmente em minerais críticos para a transição energética, como cobre, lítio e, no futuro presente as terras
No trabalho do RINA, essa mudança se traduz em uma demanda crescente por serviços de certificação, verificação, audito- ria, engenharia e consultoria técnica volta- dos para descarbonização, rastreabilidade, ESG, combustíveis alternativos, eficiência energética e novas tecnologias da transição energética. Nosso papel é apoiar os clien- tes para que essa transformação ocorra de
condições únicas para o desenvolvimento de soluções de baixo carbono. O crescimen- to do gás natural como combustível de tran- sição, aliado ao avanço do biometano, dos combustíveis sustentáveis de aviação (SAF), do hidrogênio de baixa emissão de carbono e de outras iniciativas ligadas à economia verde, reforça o papel do país como uma das princi- pais potências globais da indústria sustentável.
Foto: Divulgação
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