CONGRESSO
Fatores críticos de sucesso
Larissa encerrou reforçando que a criação de valor no ciclo de vida dos FPSOs depende de colaboração contínua. “Nenhuma empresa, sozinha, consegue extrair todo o potencial de um ativo offshore. Valor se cria em conjunto — desde o primeiro desenho até o último dia de operação.”
“Debottlenecking não é construir uma estrada maior, é abrir mais cancelas”, disse a executi- va, citando ganhos obtidos em unidades da Guiana e do Brasil.
Enfim, a SBM Offshore, com mais de 50 anos de experiência e presença global, aposta na combinação entre padronização, tecnolo- gia e parcerias estratégicas para sustentar o crescimento da indústria.
• Alinhamento antecipado entre cliente e contratada • Clareza contratual sobre CAPEX, riscos e responsabilidades • Engajamento precoce de fornecedores • Preparação onshore maximizada
Extensão de vida útil: o novo horizonte
Larissa reforçou que muitos FPSOs já ultrapas- sam o horizonte original de projeto, tornando essencial uma abordagem estruturada de extensão de vida. “Esperar o ativo chegar ao limite é como parcelar um problema — e com juros altos”, afirmou.
Principais desafios da extensão de vida
• Integridade estrutural (corrosão, fadiga, amarras)
• Obsolescência (peças, suporte de fornece- dores, cibersegurança)
• Execução offshore em ambiente brownfield
• Janelas de parada restritas
• Regras de classe e auditorias atualizadas
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REVISTA DIGITAL OIL&GAS BRASIL
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