Revista digital Oil & Gas Brasil Nº 75

OFFSHORE

SEAP II

SEAP I

O projeto SEAP II abrange jazidas com óleo leve, considerado de boa qualidade, pertencentes aos campos de Budião, Budião Noroeste e Palombeta, localizados a cerca de 80 km da costa nas concessões BM-SEAL-4, BM-SEAL-4A e BM-SEAL-10, respectivamente. A Petrobras é operado- ra das concessões BM-SEAL-4 – com 75% de participação em parceria com a ONGC Campos Limitada (25%) – e BM-SEAL-4A e BM-SEAL-10, onde detém 100% de participa- ção. Essa unidade terá capacidade de processa- mento diário de 120 mil barris de petróleo e 12 milhões de metros cúbicos de gás.

O projeto SEAP I abrange as jazidas com óleo leve, considerado de boa qualidade, pertencentes aos campos de Agulhinha, Agulhinha Oeste e Palombeta, localizados nas concessões BM-SEAL-10 e BM-SEAL-11. A Petrobras é operadora das concessões BM-SEAL-11 – com 60% de participação, em parceria com a IBV Brasil Petróleo LTDA (40%) – e BM-SEAL-10, onde detém 100% de participação. Essa unidade terá capacidade de produzir 120 mil barris de petróleo por dia e processar 10 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.

Foto: Divulgação

Projeto estratégico nacional e nova fronteira de gás O SEAP é estratégico para ampliar a dispo- nibilidade de gás natural no país, fortalecer a infraestrutura energética nacional, além de abrir uma nova fronteira de produção na região Nordeste. Além dos dois FPSOs, o empreendimento prevê a construção e interligação de 32 poços, bem como a implantação de um gasoduto de escoamento com cerca de 134 km de extensão — sendo 111 km em trecho marítimo e 23 km em terra. Já está em andamento a licitação para o fornecimento de ANMs (Árvores de Natal Molhadas) e equipamentos submarinos para os dois projetos, e está previsto, ainda em 2026, o início das licitações para as demais infraestruturas.

“A escolha da modalidade de contratação BOT contribuiu para viabilizar o início da produção em menos tempo. Esse resultado reflete o trabalho conjunto da Petrobras, seus parceiros e o mercado fornecedor visando agregar valor aos projetos e fortalecer a estratégia da com- panhia”, afirma Renata Baruzzi, diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação. Com investimentos totais superiores a 60 bilhões de reais, os dois projetos preveem a produção de mais de 1 bilhão de barris de óleo equivalente (boe), representando um retorno econômico significativo para a Petrobras, e contribuindo de forma relevante para o aumento da produção nacional de petróleo e gás.

Foto: Divulgação

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